segunda-feira, 7 de junho de 2010

PMDB anuncia chapa majoritária completa na Bahia

DAVI LEMOS
Direto de Salvador

O PMDB anunciou, através de nota à imprensa divulgada no início da tarde desta segunda-feira (7), os outros dois nomes que vão compor a chapa majoritária que tentará levar, ao Palácio de Ondina, o ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima. Além do nome do peemedebista, estava certo apenas o do senador e candidato à reeleição César Borges (PR). O atual vice-governador, Edmundo Pereira (PMDB), será candidato à reeleição, e o professor emérito da Faculdade de Direito da UFBA e vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito (PTB), complementa a chapa geddelista.

O presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, disse entender que a chapa ficou com a "densidade" desejada, com forte inserção na capital e no interior do Estado. "Temos um ex-governador e atual senador (César Borges); um ex-prefeito de Salvador e atual vice-prefeito (Edvaldo Brito), que é um respeitadíssimo jurista, além do atual vice-governador do Estado da Bahia, que também tem forte inserção no oeste do Estado", comentou Lúcio Vieira Lima.

Nova data
Lúcio disse ainda que a convenção do partido foi adiada para o dia 21 de junho, a pedido da ex-ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, que, segundo Lúcio, manifestou fazer questão de participar do lançamento da candidatura de Geddel Vieira Lima. "A ministra Dilma nos ligou hoje (segunda-feira) pela manhã, solicitando alteração da data da convenção para antes ou depois do dia 18", contou o presidente peemedebista.

Apesar do apoio comum à pré-candidata petista, Lúcio Vieira Lima voltou a manifestar descontentamento com a coordenação de campanha dos petistas baianos. "Moema (Gramacho, prefeita de Lauro de Freitas) se diz uma das coordenadoras da campanha de Dilma, mas constantemente nos agride", reclamou. Ele disse que tudo ocorre por conta do apoio dado pelo PMDB, nas eleições de 2008, ao candidato à prefeitura de Lauro de Freitas, Roberto Muniz (PP), que hoje integra a base de sustentação de Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição.

O presidente peemedebista disse que ainda não conversou com os petistas baianos sobre a estratégia de campanha de Dilma na Bahia.

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