Em campanha para as prévias deste domingo que escolherão o nome do PT para a disputa estadual em Minas Gerais, o ex-ministro do Desenvolvimento Social Patrus Ananias negou que esteja sendo alvo de coação da Executiva Nacional do partido.
Segundo fontes ouvidas pelo Terra, o candidato foi chamado a Brasília esta semana pelo comando nacional da sigla para que desistisse da disputa em Minas. O motivo: a necessidade de abrir mão da cabeça de chapa em favor do PMDB e do ex-ministro das Comunicações Hélio Costa. "Não houve isso, não me procuraram. Eu sou membro da Executiva Nacional, é bom lembrar, não é?", questionou Patrus.
Indagado sobre a origem das especulações e sobre a pecha de "intransigente" dentro do PT mineiro, Patrus desconversa. "Não estou preocupado com isso. Minha história fala por si só. Fui seis anos ministro e quatro anos prefeito de Belo Horizonte. Nunca fui alvo de denúncia, de nenhum processo, trabalhei com competência. Isso me credencia".
Patrus defende que o fortalecimento da campanha da ex-ministra Dilma Rousseff no Estado está intimamente ligado à candidatura própria do PT ao Palácio da Liberdade.
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